
Será que o errado é o certo e o certo é o errado?
Será que o céu é cor-de-rosa e não azul?
Será que a vida é um quebra cabeças o qual passamos a nossa trajetória por completa, tentando montá-lo?
Será que o fim é só uma ilusão do que pode começar?
Será que a vida é feita de hipérboles com formato de verdades?
Será que fazer algo sensato é um desacerto?
Como saber o que fazer, o que dizer?
Como tirar as conclusões certas sem mesmo se precipitar e decepcionar-se?
Como encontrar respostas para as mais variadas perguntas?
Como saber se aquilo é verdade e não mais uma mentira?
Onde encontrar resoluções para os problemas?
Onde esconder-se do horripilante?
Onde encaixar-se?
Onde tentar um novo começo?
Onde encontrar o inimaginável?
Onde se encontram as metáforas e metonímias?
Onde refugiar-se?
Onde conter-se?
Para quê fugir?
Para quê querer?
Para quê esconder?
Para quê abranger?
Para quê buscar?
Para quê viajar?
Para quê saber?
Para quê fingir morrer?
Para quê afligir-se?
Para quê martirizar-se?
É certo?
É divino?
É medonho?
É Hilário?
É sensato?
É incrível?
É errôneo?
É estúpido?
É estranho?
Ser?
ou
Não ser?
Obs: Durante o passar dos dias, são essas e muitas outras perguntas que nos assolam. Mas eu pergunto, por que martirizar-se?
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